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DIA DE FINADOS

Amanhã é “Dia de Finados”. É o momento que relembramos e reverenciamos as pessoas importantes na nossa vida e que não estão mais aqui.

Pela teoria do processo dual do luto (STROEBES; SCHUT, 2010), este se dará de forma oscilatória, num certo momento o enlutado estará mais voltado para a dor da perda, e em outro o enlutado estará mais envolvido em atos de retomar os projetos de vida. Assim, amanhã para muitos enlutados poderá ser um dia mais sensível principalmente por perdas mais recentes.

Talvez o desafio mais significativo no luto está em ele ser um processo adaptativo à perda (FRANCO, 2010). Por razões históricas, pessoais do sujeito, contexto da morte, ausência de rede de apoio, entre outros fatores de risco, pode se tornar um luto complicado, que pode trazer consequências à saúde física e mental do enlutado (SOUZA; MOURA; PEDROSO, 2010).

A literatura especializada reforça que a rede de apoio é extremamente importante para o enlutado, pois se sentir escutado auxilia no movimento de enfrentamento saudável da dor da perda. Dessa forma, amanhã cada um de nós pode fazer contato com uma pessoa próxima, que viveu a experiência recente de perda, que pode estar precisando de um abraço ou até mesmo compartilhar um café. Muitas vezes não precisa ser dito nada, apenas estar junto, ao lado, para demonstrar que a pessoa não está só.

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