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SUPERVISÃO PARA PSICÓLOGOS: O olhar jurídico

O psicólogo, que atua como terapeuta de família, de casal, de criança e com enlutados, está constantemente trabalhando com questões emocionais do ciclo vital do seu paciente-família. Além disso, o paciente, como a grande maioria das pessoas, pode estar vivenciando um momento delicado de sua vida que pode lhe suscitar uma tomada de decisão na esfera jurídica.

Exemplos: o paciente que sofre com desgaste no casamento e possui fantasias do divórcio como algo destrutivo; o paciente tem um familiar com alguma doença psiquiátrica e possui dúvidas sobre concretizar um pedido de curatela; um paciente que discorda da mãe do seu filho sobre a escola que o filho vai estudar; um paciente que está vivendo um luto e enfrenta dificuldades no relacionamento familiar em razão da partilha da herança.

Pensando nisso, ou seja, no jurídico como parceiro do psicológico na condução de impasses trazidos pelo paciente, surgiu o trabalho na DUO de supervisão para psicólogos.

A proposta é trazer conceitos jurídicos para o psicólogo e com isto pensar em possíveis alternativas para uma boa condução da demanda pontual trazida pelo paciente.

Ao invés do paciente buscar uma consulta jurídica, que pode ser muito difícil num primeiro momento, o psicólogo que busca, então, trazer algumas informações para ampliar as possibilidades e com isto aliviar a ansiedade vivenciada naquela situação.

Com isso, o próximo passo para a tomada de decisão de ver o advogado como um orientador e consultor poderá ser mais leve e até melhor receptivo para o sujeito.

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